Segunda maior fabricante de pneus do mundo, a empresa tem projetos arrojados em países emergentes, para compensar as perdas causadas pela crise mundial, segundo noticiou o jornal “O Globo”. O objetivo é impulsionar o crescimento da empresa nos mercados de Brasil, China e Índia, onde os investimentos somam grandes cifras. Já foi anunciado o início de funcionamento da nova fábrica em 2013, que será construída em Resende, região Sul do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, a Michelin já divulgou que sua prioridade também está focada em China e Índia, este último com investimentos estimados em US$ 867 milhões para a construção da fábrica da Michelin no país.
Presidente mundial da Michelin, Michel Rollier afirmou que prevê uma recuperação do mercado de pneus para carros de passeio no Brasil já em 2010, mas acredita que o de pneus de carga só deverá retomar os mesmos níveis de antes da crise em dois ou três anos. A aposta no crescimento do mercado brasileiro se justifica. Enquanto os países desenvolvidos têm cerca de 450 carros por mil habitantes, o Brasil tem 100. A China tem 20 a 25. Na visão de Rollier, “o que comprova que o crescimento virá de países emergentes”.